Poucos elementos unem estética e função de forma tão harmoniosa quanto o cobogó. Símbolo do design modernista brasileiro, ele permite ventilar, filtrar a luz e criar efeitos de sombra que transformam a atmosfera dos espaços. Em fachadas, varandas, interiores ou áreas de convivência, o cobogó é sempre um convite à beleza e à fluidez.

Para arquitetos e engenheiros, entender as possibilidades desse elemento é abrir novas perspectivas de projeto, combinando leveza visual, conforto térmico e expressão autoral.

Neste artigo, você vai descobrir o que faz uma fábrica de cobogós, quais os principais tipos e materiais disponíveis, como escolher o modelo ideal para cada ambiente e por que a Solarium é referência nacional em design cimentício.

O que faz uma fábrica de cobogós?

Uma fábrica de cobogós é responsável por desenvolver, moldar e curar as peças que compõem esses elementos vazados. Mais do que um processo industrial, trata-se de um trabalho que exige precisão técnica e sensibilidade estética. Cada modelo nasce a partir de moldes exclusivos, alguns criados em parceria com designers e arquitetos renomados, e passa por processos de cura e acabamento que garantem resistência, uniformidade e durabilidade.

As melhores fábricas combinam tecnologia, sustentabilidade e design, controlando rigorosamente a composição do cimento, a qualidade das formas e o tempo de secagem. É essa atenção que faz com que um cobogó mantenha sua integridade estrutural mesmo após anos de exposição ao sol e à chuva.

Na Solarium, tradição e inovação caminham lado a lado. A expertise em cimento, cultivada há décadas, se une a tecnologias de controle de umidade, temperatura e moldagem, resultando em peças de alto desempenho e acabamento impecável. Cada linha expressa um diálogo entre o artesanal e o industrial, entre o toque humano e a precisão das máquinas.

Como funciona o processo de produção de uma fábrica de cobogós como a Solarium?

Por trás da aparência sofisticada e da precisão dos cobogós Solarium existe um processo que une arte, engenharia e responsabilidade ambiental. Vamos conferir alguns dos diferenciais deste processo.

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Da modelagem artesanal à precisão técnica

A produção dos cobogós e revestimentos cimentícios Solarium é totalmente artesanal. Cada peça é moldada com cuidado individual, respeitando o ritmo do material e o desenho original. Essa abordagem permite reproduzir efeitos naturais e relevos complexos, garantindo liberdade criativa aos arquitetos e designers.

O processo começa com a formulação do cimento, dosado com precisão para alcançar textura, resistência e cor ideais. A partir daí, cada molde é preenchido, o que dá origem a pequenas variações de espessura e tonalidade. Essas nuances tornam cada peça única e valorizam o caráter artesanal da fabricação.

Cura natural e durabilidade

Após a moldagem, as peças passam por um processo de cura natural, sem uso de fornos, gás ou energia elétrica. Essa etapa é essencial para garantir estabilidade e resistência estrutural, permitindo que os cobogós mantenham desempenho mesmo sob grandes variações climáticas.

A cura natural é um diferencial técnico que se reflete na longevidade do produto e na sustentabilidade do processo produtivo. Ao evitar a queima, a Solarium elimina a emissão de gases poluentes e reduz o impacto ambiental da produção.

Sustentabilidade como princípio

A fabricação dos cobogós Solarium é um exemplo de produção limpa. A empresa opera com baixo consumo energético, reaproveitando 70% da água utilizada. Além disso, mantém um rigoroso controle de resíduos e realiza logística reversa das embalagens, recolhendo pallets, fitas e isopor para reutilização ou reciclagem.

Essa preocupação vai além do produto. Parte dos recursos obtidos com reciclagem é destinada a ações sociais internas e apoio a cooperativas de coleta seletiva, reforçando o compromisso da Solarium com o meio ambiente e a comunidade.

Design responsável e impacto positivo

Mais do que um processo produtivo, a fabricação da Solarium reflete uma filosofia: construir com consciência. Cada cobogó nasce do encontro entre design e sustentabilidade, combinando leveza estética, funcionalidade e respeito ao meio ambiente.

Os resultados são peças que transformam fachadas e interiores, filtrando luz e ventilação de forma natural, enquanto representam o compromisso da marca com um futuro mais sustentável e inspirador para a arquitetura brasileira.

Quais os principais tipos de cobogós elas produzem?

Como um recurso quase atemporal, o cobogó deixou de ser apenas um elemento funcional e se tornou um verdadeiro recurso de linguagem arquitetônica. Hoje, ele assume diferentes formas e materiais, capazes de expressar tanto a tradição modernista quanto o design contemporâneo. Conhecer os principais tipos que uma fábrica de cobogós pode produzir é essencial para definir qual combina melhor com o estilo e as necessidades de cada projeto.

1. Cobogós geométricos

Inspirados no modernismo, esses modelos exploram formas retas, ângulos e repetições. São ideais para projetos minimalistas e corporativos, onde a ordem visual e a simetria reforçam a sensação de equilíbrio e estabilidade. Além disso, o traçado geométrico permite paginações que se adaptam bem a fachadas amplas e painéis estruturados.

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2. Cobogós orgânicos

Com curvas suaves e recortes inspirados na natureza, os cobogós orgânicos trazem fluidez e movimento aos espaços. Criam efeitos de luz mais dinâmicos e acolhedores, perfeitos para áreas de convivência e residências. O Cobogó Atoll, da Solarium, é um exemplo premiado internacionalmente que expressa essa estética natural e leve.

3. Cobogós autorais

Desenvolvidos em parceria com arquitetos e designers renomados, esses modelos são assinaturas de estilo. Cada peça carrega uma narrativa própria, como o Cobogó Arco, de Rodrigo Ohtake, com suas curvas esculturais e profundidades variáveis, ou o Cobogó Votú, criado por Arthur Casas, que combina privacidade e ventilação em equilíbrio perfeito.

4. Cobogós clássicos

Resgatam o legado modernista com releituras de padrões tradicionais. São atemporais e combinam bem com projetos institucionais, residenciais e retrofit. O Cobogó Leno, inspirado na obra de Athos Bulcão, é um exemplo de como a geometria clássica pode ganhar novas interpretações em composições criativas.

5. Cobogós customizados

Algumas fábricas de cobogós, como a Solarium, oferecem personalização de formas, cores e acabamentos, permitindo que o cobogó se torne uma extensão da identidade do projeto. Essa liberdade é essencial em obras corporativas e institucionais, onde o design comunica valores de marca e propósito arquitetônico.

Qual o melhor cobogó para área externa e interna

Agora que você conhece os diferentes tipos, sabe que escolher o cobogó certo envolve entender o comportamento do material em cada tipo de ambiente e como ele interage com luz, ventilação e umidade. Afinal, o mesmo modelo que cria um efeito de luminosidade elegante em uma sala pode não resistir às intempéries de uma fachada voltada para o sol e a chuva.

Em áreas externas, o cobogó precisa unir beleza e desempenho técnico. É fundamental que tenha baixa absorção de água, resistência mecânica e estabilidade de cor e forma diante da variação térmica e da exposição solar. Os cobogós cimentícios são ideais nessas condições, pois suportam bem o clima e mantêm sua integridade estrutural ao longo dos anos. Em fachadas, muros e varandas, proporcionam sombreamento natural, ventilação cruzada e uma estética marcante, criando efeitos visuais que mudam conforme a luz do dia.

em áreas internas, a liberdade criativa é ainda maior. O cobogó atua como elemento de transição entre ambientes, permitindo integração sem perda de privacidade. Pode substituir paredes convencionais em salas, halls e escritórios, trazendo leveza visual e um toque escultórico. Modelos com relevos suaves ou desenhos orgânicos reforçam o conforto estético e contribuem para o equilíbrio entre luz e sombra.

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O segredo está em harmonizar o desempenho técnico com a intenção arquitetônica:

  • Em varandas e fachadas, opte por peças cimentícias com acabamento natural;
  • Em interiores, experimente cores personalizadas e paginações criativas;
  • Para projetos que conectam o dentro e o fora, escolha o mesmo modelo em diferentes acabamentos, mantendo continuidade visual e unidade de linguagem.

Como escolher um cobogó?

Alguns critérios ajudam a definir o modelo ideal entre as alternativas disponíveis pela fábrica de cobogós. Conheça alguns deles:

  • Finalidade do espaço: se o objetivo é ventilação, priorize peças com aberturas amplas;
  • Estilo do projeto: linhas retas e cores neutras para estética minimalista; curvas e relevos para ambientes expressivos;
  • Manutenção: prefira materiais com superfície lisa e acabamento protegido;
  • Integração com luz natural: analise a orientação solar e o jogo de sombras criado.

Uma dica importante é solicitar amostras antes da compra. Isso permite avaliar a textura, o tom e o encaixe entre peças, fatores que influenciam diretamente o resultado final.

De quais materiais são feitos os cobogós?

Embora o cimento seja o material mais tradicional, os cobogós podem ser produzidos em diferentes composições, cada uma com propriedades e aplicações específicas. A escolha do material usado por uma fábrica de cobogós influencia diretamente a durabilidade, o peso, o acabamento e até o tipo de luz e sombra que a peça projeta.

→ Cimentício: o mais versátil e resistente entre todos. Suporta bem variações climáticas, não sofre deformações e mantém a coloração estável mesmo com exposição solar intensa. Além disso, permite moldagens complexas e relevos detalhados, por isso, é amplamente usado em fachadas, muros, varandas e interiores integrados.

→ Cerâmico: leve, colorido e bastante popular em projetos residenciais. É uma opção estética e acessível, mas tem menor resistência estrutural. Ideal para áreas cobertas ou painéis decorativos, onde não há contato direto com chuva ou impacto físico;

→ Gesso: delicado e de acabamento refinado, é indicado apenas para ambientes internos e secos. O gesso possibilita desenhos elaborados e uma aparência mais artesanal, funcionando bem como divisória ou elemento de destaque decorativo;

→ Concreto aparente: robusto e marcante, o concreto transmite sofisticação industrial e é ideal para fachadas de grandes dimensões. Por ser mais pesado, exige estrutura de suporte adequada, mas oferece excelente desempenho térmico e durabilidade.

Entre todas as opções, os cobogós cimentícios se destacam como o equilíbrio perfeito entre resistência e liberdade criativa. Sua maleabilidade permite explorar curvas, geometrias e profundidades que ampliam as possibilidades de design. Por isso, são amplamente adotados em obras corporativas, residenciais e institucionais que exigem performance técnica e expressão estética.

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Como escolher uma fábrica de cobogós?

A escolha da fábrica é decisiva para a qualidade do projeto. Avalie:

  • Histórico e credibilidade da marca;
  • Certificações e prêmios de design ou sustentabilidade;
  • Controle de qualidade e acabamento das peças;
  • Capacidade de personalização e prazos de entrega.

Empresas que dominam o processo do cimento e investem em design autoral oferecem resultados superiores, tanto em estética quanto em desempenho técnico.

Por que a Solarium?

A Solarium é referência nacional em revestimentos e cobogós cimentícios de alto desempenho. Cada linha é desenvolvida com foco em inovação, conforto térmico e linguagem arquitetônica contemporânea.

Entre os destaques estão:

  • Cobogó Leno: inspirado em Athos Bulcão, permite paginações artísticas e dinâmicas;
  • Cobogó Atoll: criado para integrar luz e sombra de forma orgânica, evocando formas naturais;
  • Cobogó V: com desenho escultural e contemporâneo, valoriza a ventilação e o ritmo da fachada.

Todas as peças são produzidas de forma sustentável, sem uso de fornos ou energia fóssil, com reutilização de água e controle rigoroso de qualidade. Quem especifica Solarium garante não apenas design premiado, mas também longevidade, estabilidade e identidade em cada projeto.

Conheça o portfólio completo de cobogós da Solarium e descubra como transformar seu espaço com design, conforto e desempenho.

Como a Solarium une design e inovação na criação de cobogós?

Na Solarium, cada cobogó nasce da colaboração entre design autoral e engenharia de precisão. Linhas assinadas por nomes como Arthur Casas, Rodrigo Ohtake e Renata Rubim revelam o compromisso da marca em unir estética e desempenho.

Essas parcerias transformam o cimento em linguagem arquitetônica, explorando luz, sombra e movimento com personalidade. Modelos premiados, como o Cobogó Atoll, reconhecido pelo iF Design Award, mostram como a inovação técnica pode se traduzir em arte.

Como é garantida a qualidade dos cobogós Solarium?

Por trás da aparência sofisticada de cada peça há um controle técnico minucioso. A Solarium realiza ensaios de resistência, absorção e estabilidade dimensional em todas as etapas da produção, assegurando que os cobogós mantenham desempenho mesmo em condições extremas.

Cada lote é verificado quanto à composição, cura e acabamento, resultando em peças com encaixe perfeito, textura uniforme e alta durabilidade. É essa precisão que permite o uso seguro dos produtos em fachadas, áreas externas e interiores de grande destaque arquitetônico.

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