O avanço da urbanização e a crescente impermeabilização do solo trouxeram um problema que hoje impacta diretamente a arquitetura, o paisagismo e o planejamento urbano: a gestão da água. Superfícies rígidas e impermeáveis impedem a absorção natural, aumentam o escoamento superficial e contribuem para alagamentos, desgaste prematuro de estruturas e desconforto no uso dos espaços.
Piso da linha Drenaggio, ideal para áreas externas e espaços urbanos
Vivemos em meio a constantes mudanças climáticas que, na maioria das vezes, vêm acompanhadas por desastres ecológicos e prejuízos sociais e financeiros.
O crescimento exacerbado e o desenvolvimento urbano vêm acompanhados de desafios no que diz respeito à infraestrutura, segurança e sustentabilidade. Essas demandas devem ser tratadas com cuidado, planejamento e responsabilidade, a fim de evitar transtornos e perdas no futuro.
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Vegetação ao redor do espaço e Cobogó V, escolhas perfeitas para a arquitetura bioclimática
Estamos trilhando um caminho que preza por melhores condições em todos os sentidos, principalmente no que diz respeito à saúde do meio ambiente. Com a arquitetura bioclimática, por exemplo, projetamos e executamos construções que respeitam o planeta a partir de abordagens que levem em consideração aspectos como condições climáticas, uso de recursos naturais, materiais ecológicos, dentre outros.
Por aqui, temos pontuado bastante a importância de escolhas inteligentes ao construir ou reformar e sobre o impacto delas no presente e, sobretudo, no futuro. No artigo de hoje falaremos como a arquitetura bioclimática promove a integração entre sustentabilidade e conforto ambiental na criação de edificações funcionais e eficientes, que sejam adequadas aos ocupantes e, claro, sustentáveis.
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O Dia Mundial do Meio Ambiente é celebrado, anualmente, em 5 de junho. A data foi instituída pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1972, com o intuito de popularizar a conscientização global acerca da importância de ações de proteção e redução de impactos ambientais.
Pareada a esta premissa, a arquitetura tem feito grandes esforços para promover a sustentabilidade na construção civil. Dentro deste espectro, temos vivenciado um cenário bastante ajustado a essa tendência global, que prioriza o uso de técnicas e materiais ecológicos, escolhas inteligentes e ações para evitar o desperdício – tanto de insumos quanto de recursos energéticos.